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Amazônia lidera ranking nas taxas de violência sexual contra crianças e adolescentes

Um estudo desenvolvido pelo UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, mostrou as altas taxas de violência sexual contra crianças e adolescentes nos estados da Amazônia.


A Folha de S. Paulo divulgou os dados do estudo em uma reportagem nesta quinta-feira, 14.  Segundo o estudo, foram registrados 38 mil estupros e quase 3.000 mortes violentas intencionais de vítimas com até 19 anos de idade na Amazônia Legal, entre 2021 e 2023.


Seis estados da Amazônia estão no ranking dos dez estados com as maiores taxas de violência sexual infantil. São eles: Rondônia, Roraima, Mato Grosso, Pará, Tocantins e Acre.


O estudo percebeu que grande parte dos abusos ocorrem dentro das casas das vítimas. Além disso, foi observado o crescimento do dos garimpos ilegais e do narcotráfico na região como fatores que aumentam as taxas de violência.


A Folha destaca que o município de Uiramutã, em Roraima, teve o maior número de casos de violência sexual contra crianças e adolescentes na Amazônia Legal no período de 2021 a 2023. O município está na fronteira com a Guiana, confirmando a tendência identificada pelo estudo de maior prevalência de crimes sexuais contra vítimas dessa faixa etária nas regiões fronteiriças.


Entre as nove capitais da região amazônia, Porto Velho (RO) registrou a maior taxa de violência sexual, com 259,3 estupros por 100 mil crianças e adolescentes. Em seguida estão Boa Vista (RR), com taxa de 240,4, e Cuiabá, com 184,5. As menores taxas da região estão nos estados do Maranhão e do Amazonas, tanto no contexto estadual quanto nas respectivas capitais, São Luís (taxa de 81,2) e Manaus (101,2).




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Toni Remigio
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