Fiocruz alerta: Vírus respiratórios ainda estão em alta no país
Novos casos semanais de SRAG por covid-19 estão baixos no país
Os
casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por vírus
respiratório demonstram que o rinovírus, o metapneumovírus e o
Sars-CoV-2 apresentam tendência de aumento em nível nacional.
Porém, novos casos semanais de SRAG por covid-19 estão baixos no
país.
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O
alerta está no boletim semanal InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz
(Fiocruz), divulgado nesta quinta-feira, 08. Os
pesquisadores ressaltam que “a população prioritária verifique
se está em dia com a vacinação contra a covid-19. No
caso das gestantes, é fundamental também se vacinar contra o Virus
Sincicial Respiratório (VSR)”, recomendam.
Em
nível nacional, segundo o boletim, observa-se um leve sinal de
retomada do crescimento dos casos de SRAG nas crianças e
adolescentes de 2 a 14 anos de idade e estabilização dos casos nas
demais faixas etárias.
O
boletim aponta ainda que “os casos de SRAG por VSR e influenza B
estão em queda e as hospitalizações por influenza A estão
estáveis em níveis baixos de incidência”.
SRAG
Em nível regional, o boletim alerta que Alagoas, Roraima e Sergipe apresentam incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em nível de alerta, risco ou alto risco nas últimas duas semanas com indícios de crescimento nas últimas seis semanas.
O
aumento de SRAG nesses estados ocorre principalmente em crianças e
adolescentes. Em Alagoas e Sergipe esse incremento está associado ao
metapneumovírus. Em Roraima, ainda não há dados suficientes para
determinar o vírus responsável pela doença.
O
estudo aponta ainda que cinco unidades também apresentam incidência
de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco, porém sem sinal
de crescimento na tendência de longo prazo: Maranhão,
Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
Cinco
das 27 capitais - Aracaju, Porto Alegre, Rio Branco, São Luís e
Vitória - apresentam nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou
alto risco nas últimas duas semanas.
Mortalidade
A
incidência e mortalidade semanal média, nas últimas oito semanas
epidemiológicas, segundo o InfopGripe, mantém o cenário típico de
maior impacto nos extremos das faixas etárias analisadas.
Enquanto
a incidência de SRAG apresenta impacto mais elevado nas crianças
até os 2 anos de idade, os casos de mortalidade impactam a população
a partir de 65 anos de idade.
Com
informações e imagem Agência Brasil
