Giro O Amazônico: aquecimento global pode proliferar Aedes aegypti, BNDES abre edital para recuperação florestal e qualidade do ar na Amazônia afeta o mundo todo.
Para começar a segunda-feira bem informado dos assuntos, chegou o Giro O Amazônico, que faz um sobrevoo sobre algumas novidades que vieram no final de semana.
Aquecimento global pode turbinar o Aedes
Uma matéria publicada pelo jornal O Globo, divulgou um estudo que afirma que o mosquito Aedes aegypti, transmissor de zika, dengue, e chikungunya, deve começar a ficar maior e chegar à idade adulta mais rápido, diante do aquecimento global.
Os cientistas manauaras chegaram a esta conclusão depois de simular como o desenvolvimento do inseto será alterado à medida que a crise do clima avança e vai aproximando a cidade das temperaturas que ela deve registrar em 2100.
Edital para recuperação florestal
O BNDES abriu um edital para apoiar até seis projetos de restauração ecológica. Segundo a Agência Brasil, serão disponibilizados até R$ 6,3 milhões, com recursos do Fundo Socioambiental do BNDES e de três parceiros privados: Grupo Energisa, Norte Energia S/A e Fundo Vale.
Os projetos serão voltados para a restauração de áreas localizadas em Unidades de Conservação; em Áreas de Preservação Permanente (APP); em Reserva Legal (RL) nos imóveis rurais de até quatro módulos fiscais e nos assentamentos de reforma agrária; e em territórios indígenas, quilombolas e de outras comunidades tradicionais. O prazo para apresentação de proposta é até o dia 7 de novembro.
Qualidade do ar na Amazônia afeta o mundo todo
De acordo com o o relatório da Organização Meteorológica Mundial (OMM), divulgado pela CNN Brasil, a qualidade do ar da Amazônia afeta em diversas cidades distantes, como São Paulo, Chile e Equador.
As queimadas na região amazônica resultaram em impactos negativos e generalizados na qualidade do ar, incluindo em áreas urbanas densamente povoadas, mesmo que distantes da Amazônia.
Créditos das imagens: Agência Brasil.
