Giro O Amazônico: impunidade na grilagem, açaí na COP30, totem da mulher e lei da adultização.
Bem-vinda, segunda-feira! E se você não se atualizou das notícias sobre a Amazônia, o Brasil e o mundo, o Giro O Amazônico vai atualizar sobre o que aconteceu neste final de semana.
Impunidade da grilagem na Amazônia
A Agência Brasil repercutiu um estudo feito pelo Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) aponta que apenas 7% das decisões judiciais, entre 2004 e 2020, em processos sobre grilagem de terras na Amazônia Legal resultaram em punições para os responsáveis.
O Pará lidera o número de ações. Do total dos processos, 77% tratavam de crimes cometidos em terras públicas federais, principalmente projetos de assentamento (30%), glebas públicas (26%) e Unidades de Conservação (21%).
Açaí na COP30
A Folha de S. Paulo divulgou a decisão da organização da COP30 de deixar de fora o açaí, o tucupi e a maniçoba do cardápio da conferência.
A justificativa foi alto risco de contaminação. Porém, após a revolta nas redes sociais, além de personalidades como o Ministro do Turismo Celso Sabino, o edital foi retificado e a lista proibitiva foi excluída.
Totem ajuda à mulheres em risco
O Governo do Pará disponibilizou uma tecnologia para auxiliar mulheres em vulnerabilidade: o totem da mulher.
O totem da mulher é ligado diretamente Delegacia de Atendimento à Mulher Virtual (Deam Virtual), e possibilita registro de ocorrência de violência doméstica, atendimentos e solicitações de medidas protetivas. Hoje o estado dispõe de três totens da mulher instalados, um nas Usinas da Paz da Terra-Firme e Icuí, em Belém e outro na Usina da Paz de Castanhal.
Lei sobre adultização infantil em discussão
Após o vídeo de Felca sobre adultização infantil viralizar, e o influenciador Hytalo Santos ser preso acusado de exploração de menores, agora o assunto ganha o Congresso.
Segundo o portal G1, O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e deputados da base governista querem votar nesta semana o projeto que combate a adultização de crianças nas redes sociais. Porém, a oposição resiste ao projeto, alegando pontos que ameaçam a liberdade de expressão. Vamos acompanhar os próximos capítulos.
