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O peso de uma camisa

Senhoras e senhores,  a noite desta terça-feira, 17 de março, entrou para a história do Paysandu Sport Club.  Escrevo este texto com as mãos trêmulas de emoção e orgulho, e vos afirmo: o Papão da Curuzu voltou a honrar a tradicional raça bicolor.  Este é o Paysandu que aprendi a amar! O time que quando perde é por descuido, mas depois vem a virada.

A vitória de virada contra a Portuguesa, na casa do adversário, veio com dois gols nos acréscimos e teve tintas de requinte. Depois de um primeiro tempo ruim, a segunda etapa trouxe as mudanças estratégicas e corajosas do técnico Júnior Rocha. 

Foi aí que, mais uma vez, eles, os garotos da base bicolor deram conta do recado. Principalmente Thalyson e Matheus Capixaba, o garoto de Augusto Corrêa, de apenas 20 anos, que entrou com os pés incendiando pra ajudar a mudar a história do jogo. 

Urge destacar também, novamente, o talento de Pedro Henrique, o volante de Viseu, que hoje é a grande joia da base bicolor. Foi ele quem abriu o caminho da reação bicolor e a inédita classificação à 5ª fase da Copa do Brasil. 

Com os 2 milhões de reais na conta pela classificação, o Paysandu vai poder pensar em contratar reforços pontuais para a série C.  Sim, eles são necessários. Mas é importante continuar apostando na prata da casa e trabalhando a cabeça dessa garotada. 

Não sei o que será do futuro, mas esse início de ano, pontuado pelo título paraense e as heróicas atuações contra o rival, e essa épica virada no Canindé, me devolveram uma certeza: o Paysandu nasceu para o triunfo, para o imponderável. Que delícia ser bicolor!




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Toni Remigio
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