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Giro O Amazônico: Brasil e Índia, casamento comunitário gratuito, polilaminina e mais.

O Giro O Amazônico selecionou as notícias mais relevantes da Amazônia e do mundo, para atualizar os leitores dos mais variados assuntos que aconteceram neste final de semana. Veja!


Brasil e Índia assinam acordo comercial

Neste sábado, 21, os governos do Brasil e da Índia assinaram um acordo envolvendo minerais críticos e terras raras.


Durante o encontro realizado neste sábado, em Nova Delhi, na Índia, os líderes dos dois países assinaram um memorando de entendimento também nas áreas de  comércio, empreendedorismo, defesa e saúde. 


Ao lado de Narenda Modi, primeiro- ministro da Índia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou que a assinatura desse acordo coloca a tecnologia “a serviço do desenvolvimento inclusivo”.


Inscrições para casamento comunitário gratuito

Finalizam nesta quinta-feira, 26, as inscrições para o casamento comunitário gratuito, que celebrará a união de 150 casais. 


A iniciativa é promovida pela Prefeitura de Belém. Podem participar casais que ainda não oficializaram a união, além de cidadãos divorciados ou viúvos, com idade mínima de 18 anos e residência comprovada em Belém. 


Para se inste ver, basta entrar em contato com a Secretaria Municipal de Direitos Humanos (SEDH) pelo WhatsApp, no número (91) 99106-0352.


Desdobramentos do caso Cargill

Os protestos indígenas contra o plano de hidrovias na Amazônia teve mais desdobramentos neste final de semana. No sábado, 21, os protestantes entraram na parte interna da Cargill, em Santarém.


O ato é uma resposta à ordem judicial de desocupação, com o prazo de 48 horas, concedida a pedido da empresa do ramo do agronegócio.


Segundo o jornal Folha de S. Paulo, no dia 13, a Justiça Federal acatou um pedido da Cargill e determinou a desocupação, no prazo de 48 horas, de vias de acesso ao complexo portuário de Santarém, onde fica a sede da empresa. O MPF (Ministério Público Federal) recorreu e derrubou a decisão. Contudo, no domingo, 15, o recurso do MPF foi anulado, e a determinação da Justiça voltou a valer.


Polilaminina: o que se sabe sobre o medicamento.

Há quase 30 anos, a bióloga Tatiana Sampaio vem estudando uma alternativa medicamentosa para tentar recuperar o movimento de pacientes com lesões na medula - a polilaminina.


Segundo o G1, o estudo chegou em uma fase histórica. A substância trouxe de volta movimentos sutis, mas extremamente importantes. Em um estudo acadêmico com oito pacientes com lesão completa, os avanços foram considerados históricos. O que antes foi registrado como 10% dos movimentos recuperados, no estudo brasileiro chegou a 75%.


Para ser eficiente, a polilaminina deve ser injetada preferencialmente até três dias após o trauma. 


Créditos das imagens: Agência Brasil e divulgação.




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Toni Remigio
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