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O ano da Bolsa de SP: Ibovespa acumula valorização de 33,95 por cento e alta de 161 mil pontos em 2025.

Bolsa e Real se valorizam e analistas veem boas perspectivas para 2026

Efeito Trump

2025 iniciou com o mercado financeiro desconfiado pelas consequências da gastança do governo federal, no caso a trajetória das contas públicas e, não bastasse, expectativa de fortalecimento da moeda americana com o início do governo Trump 2.

12 meses

Em janeiro, a Selic estava em alta e termina o ano a 15%. Naquele mês, o dólar passava de R$6, e o Ibovespa atingia 120 mil pontos. Dezembro chegou e com ele a notícia de que o Ibovespa acumulou valorização de 33,95% em 2025, encerrando aos 161 mil pontos.

Inverso

Com um tombo de 11%, a moeda americana terminou o ano ladeira abaixo. A queda do dólar foi inversamente proporcional à alta do Ibovespa. Ambos não caíam (dólar atingiu no dia 30/12 R$5,48) ou subiam (Bolsa paulista) dessa maneira, desde 2016. O Real também obteve alta semelhante.

Apesar

Paulo Renato Nepomuceno lembra em O Globo que a façanha se deu “apesar” do país ter uma taxa, a Selic, que define o juro básico anual, a 15% ao ano - o maior patamar em quase 10 anos.

Quase 3x mais

A matéria do repórter do periódico carioca destaca que o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, rompeu recordes seguidos e registrou quase o triplo de valorização de ativos de renda fixa atrelados à taxa básica.

Milagre?

Segundo o texto, as razões do êxito passam pelo tarifaço trumpista anunciado em abril e em face de uma redução das aplicações no mercado americano por parte de investidores globais.

Primavera

A cereja do bolo veio em setembro, quando foi anunciado o início do ciclo de corte nos juros pelo Federal Reserve (FED), o banco central americano. Confirmada a notícia lá, o movimento de alta cristalizou cá, no caso a bolsa paulista.

Otimismo

Analistas avaliam que fatores externos (juros em queda) favorecem investimentos de riscos maiores e, aliado a isso, acreditam que o ciclo de corte pelo Fed deve seguir em 2026. Os mesmos apostam que há espaço para o Ibovespa continuar se valorizando no primeiro semestre.

Eleições

Consenso há de que o início do período eleitoral vai contaminar o debate e análises. Esses especialistas ouvidos por O Globo defendem que os investidores mantenham o foco no longo prazo e não se desfaçam das ações em momentos difíceis, de oscilação

Ouro e Trump

Donald Trump, o agora 47, que tanto gosta de ouro e dourado, viu o metal ser o ativo mais valorizado do ano, alcançando sua máxima histórica em 2025, também por conta da remodelação da economia americana deste segundo mandato.

Security

O texto de Paulo Renato Nepomuceno destaca que, “na busca por segurança, bancos centrais de todo o mundo diminuíram sua exposição a títulos americanos, outrora um dos investimentos mais seguros do mundo, e aumentaram a compra de ouro”.

Selic made in 2026

Para 2026, os analistas ouvidos falam em taxa Selic “ainda em patamar restritivo”, que se traduz, dizem em “uma bola cheia para os investimentos em renda fixa”.

Canja de galinha

Para quem se assustou com as crises de 2025, como os potenciais prejuízos com CDBs do Banco Master a perda de rentabilidade com COEs (certificados de operações estruturadas), a dica é que os investidores precisam sempre ter em mente, nas horas em que adquirem duas questões fundamentais: quando desejam retirar seus rendimentos e estarem atentos aos perfis de risco:

“Para qualquer investimento, é necessário ter um olhar cauteloso”, revela um deles. Que continua: “É preciso entender onde se está colocando dinheiro. Não ter concentração em uma só classe de investimentos é essencial para uma carteira saudável”, encerra.

Crédito imagem: reprodução redes sociais









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Toni Remigio
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